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11 de abr. de 2010

A nossa Condição - Mestre Lulu





Condição
Lulu Santos
Eu não sou diferente de ninguém
Quase todo mundo faz assim
Eu me viro bem melhor
Quando tá mais pra bom que pra ruim
Não quero causar impacto
Nem tampouco sensação
O que eu digo é muito exato
E o que cabe na canção
Qualquer um que ouve entende
Não precisa explicação
E se for pensar um pouco
Vai me dar toda razão
A senhora, a senhorita e também o cidadão
Todo mundo que se preza
Nega fogo não
Eu não sei viver sem ter carinho
É a minha condição
Eu não sei viver triste e sozinho
É a minha condição
Eu não sei viver preso ou fugindo

5 de dez. de 2009

Telelibras: Jornalismo inclusivo para comunidade surda - Entrevista David Valente


Mais informações:
Blog do David Valente: http://davivalente.blogspot.com/
Alexandre Mapurunga
inclusaoediversidade.blogspot.com
www.twitter.com/amapurunga

4 de dez. de 2009

Ninguém mais vai ser bonzinho - Teatro, arte e cultura construindo a Sociedade Inclusiva


Excelente! Só nos cabe ressaltar, aprender com o exemplo, divulgar e, acima de tudo, agir de forma inclusiva...
Seguem mais informações sobre a peça "Ninguém mais vai ser bonzinho", da obra de Claudia Werneck.
Abraços,
Alexandre Mapurunga

Escola de Gente - Os Inclusos e os Sisos - Teatro de Mobilização pela Diversidade
A Escola de Gente – Comunicação em Inclusão, a Oi e a MRS Logística têm a honra de lhe convidar para assistir a comédia Ninguém mais vai ser bonzinho, que em 2007 se tornou o primeiro espetáculo teatral brasileiro a se apresentar com distintas acessibilidades.
Livremente inspirada em livro de Claudia Werneck, Ninguém mais vai ser bonzinho tem autoria de Diego Molina e será apresentada pelo grupo Os Inclusos e os Sisos – Teatro de Mobilização pela Diversidade, projeto de arte e transformação social da Escola de Gente. Acessibilidades oferecidas: Língua de Sinais Brasileira (Libras); legenda eletrônica; audiodescrição; programas impressos em tinta e em braile.
Data: 10 de dezembro de 2009
Horário: 19 horas
Local: Centro Cultural Solar de Botafogo – Rua General Polidoro, nº180 ::
Botafogo, Rio de Janeiro – RJ
(Teatro com acessibilidade física)

17 de jun. de 2009

Núcleo de Acessibilidade e Inclusão (Sensibiliza UFF) é inaugurado

16/6/2009

A UFF agora tem um núcleo destinado à acessibilidade e inclusão de estudantes portadores de necessidades especiais. A inauguração do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão – Sensibiliza (Nais–UFF), realizada no dia 10 de junho, contou com a presença de dirigentes, estudantes e coordenadores de outras instituições envolvidas no trabalho.

Além de transpor as barreiras físicas, o núcleo capacita professores e desenvolve instrumentos adaptados para os diferentes tipos de déficits. A aluna do curso de Biologia Isabelle Guimarães é bolsista do projeto de extensão "Escola de Inclusão", ligado ao Sensibiliza. "Criamos materiais didáticos, como célula com imã para deficientes visuais", disse. A coordenadora do núcleo, professora Luiza Moreira da Costa, destacou a importância de articulações dentro e fora da UFF para a manutenção do Nais e explicou a evolução do projeto de extensão para núcleo, com apoio da Pró-reitoria de Assuntos Acadêmicos (Proac).

Portador de paralisia cerebral, o aluno do último semestre do curso de Física Thiago Lacerda agradeceu à equipe do Sensibiliza e desabafou: "A sociedade brasileira ainda é muito preconceituosa". Ele está à espera do resultado das provas para ingresso no mestrado. O reitor Roberto Salles se desculpou em nome da UFF pelos 30 anos de atraso da universidade na questão da acessibilidade de deficientes, e garantiu que todas as obras na instituição estão sendo feitas com essa preocupação. Em seguida foi inaugurado oficialmente o núcleo.

Na sequência, os participantes da cerimônia se dirigiram ao pátio da Biblioteca Central do Gragoatá, onde assistiram a apresentação do Grupo Oficina do Som, formado por deficientes visuais, que tocam instrumentos feitos com material reciclado.

Ao final do evento, a coordenadora do projeto "Café no Escuro: ver e não enxergar", Susana Planas, mostrou, baseada nas leis da física, experimentos que iludem o olho humano e estimulam os outros sentidos. Além da aula, os participantes sentiram um pouco o que enfrentam os deficientes visuais: de olhos vendados e bengala, foram conduzidos por um labirinto e, numa simulação de bar, tomaram um cafezinho com biscoito. "É preciso relativizar a visão", reiterou Susana.

Fonte: [UFF Notícias]

10 de jun. de 2009

CEDEF e MPcD no programa Todos os Sentidos!

Salete, Henrique Beltrão, Alexandre Mapurunga, Janaina, Nadia de Fatima
Arlete (Intérprete de Libras), Henrique Beltrão, Eu, Janaína e Nádia.

Joao Neto e Interprete de Libras
João Neto e o intérprete.

O Todos os Sentidos desta quarta, dia 10 de junho de 2009, vem conversar sobre o Conselho Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Ceará - CEDEF
Estarão em pauta: os direitos das pessoas com deficiência, as políticas públicas na área, os avanços e desafios das políticas de Inclusão.
Receberemos Alexandre Mapurunga - presidente do CEDEF, João Neto – surdo, conselheiro representante do setor de deficiência auditiva do CEDEF, Janaína Oliveira – membro do MPcD e Arlete Sousa – intérprete de LIBRAS.
O encontro radiofônico é nesta quarta, dia 10 de junho, às 14 horas, pela Universitária FM 107,9.

Durante o programa, você pode entrar em contato com nossa produção pelo (85) 3366.7474.
Em outros horários, você pode ligar para Lorena Alves - (85) 8864.2776 ou Iara Moura - (85) 8632.4140.

Abraços,
A produção de Todos os Sentidos

Programa Todos os Sentidos na Universitária FM de Fortaleza


O programa Todos os Sentidos vai ao ar às quartas-feiras, às 14 horas, pela Rádio Universitária FM 107,9 e tem como formato entrevistas entremeadas com músicas e poemas. O programa tem duração de uma hora, é ao vivo e é um projeto de extensão da UFC.

 

O Todos os Sentidos busca, desde 08 de janeiro de 2003, dar voz às pessoas com deficiência e àquelas que convivem com elas. Procura ainda dar visibilidade à defesa dos direitos das pessoas com deficiência, favorecer a interação entre elas e aquelas que com elas estudam ou trabalham, divulgar pesquisas e ações desenvolvidas nessa área, visando desconstruir preconceitos, travar diálogos e colaborar com a criação de um mundo para todos.

 

Para isso, cabe levar à mídia cidadãos que, apesar da discriminação, têm superado barreiras arquitetônicas e atitudinais, mostrando que talentos e limitações são inerentes a todos e que a diferença é qualidade intrínseca de cada um de nós.

 

O programa é apresentado pelo professor, radialista, cantor e poeta Henrique Beltrão. A produção é feita por ele também e por Lorena Alves e Iara Moura, estudantes de Comunicação Social da UFC

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